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A FREGUESIA

União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz

A União de Freguesias foi constituída em 2013 na sequência da reforma administrativa nacional, resultando na agregação das freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz.

A União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz faz parte do concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, e abrange uma área de 32,76 km² e abriga 7207 pessoas (dados de 2011), com uma densidade populacional de 220 hab/ km².

Pinheiro da Bemposta
Esta freguesia respira história. A começar pela própria origem do seu nome: segundo reza a tradição, a origem etimológica do seu nome provém de um grande pinheiro que existia junto à antiga estrada, no lugar da Areosa, debaixo do qual descansavam os viajantes. O nome Bemposta provém da sua posição geográfica elevada, de onde é possível avistar a paisagem desde Ovar até à Serra da Boa Viagem ou ainda até ao mar.

Pinheiro da Bemposta aparece referida num documento de 1109, em que o padre Rodrigo doou à Sé de Coimbra a quarta parte da vila rústica do Curval, situada entre a Branca e Alviães.

Em 1114, no lugar de Figueiredo, os Bispos do Porto e Coimbra reuniram-se para tentar uma reconciliação relativamente às fronteiras das suas dioceses.
Apesar destes serem os primeiros registos escritos, o povoamento de Pinheiro da Bemposta, situa-se em épocas bem mais remotas. Existem evidências de seria aqui que existia o histórico Mosteiro de Santa Marinha do Antuã, doado por Lucídio Vimaranes ao Mosteiro de Castromire.
Por outro lado, a existência dos topónimos “Paço”, “Alcance ou Alcouce”, e o facto de Figueiredo ter sido denominado ao longo dos tempos “Figueiredo de Rei”, levam a crer que, no tempo da ocupação islâmica, terá estado fixada por estas terras uma alta patente moura.
O município da Bemposta, foi fundado pelo rei D. Manuel em foral de 15 de Agosto de 1514, e foi extinto por decreto de 24 de Setembro de 1855.

Património de relevo:
•    Zona Histórica da Bemposta
•    Cruzeiro
•    Capela da Nossa Senhora da Ribeira
•    Igreja matriz de Pinheiro da Bemposta
•    Casa de Fonte Chãs
•    Largo da Malha (Bemposta)
•    Estação de comboios
•    Moinhos (Moinho Garcia, moinhos do Caldeirão)
•    Edifício da Junta de Freguesia
•    Capelas ( Santo Antão, em Figueiredo;
•    Escolas (Escola da Areosa, Escola do Curval, Escola EB23 Dr. José Pereira Tavares
•    Parque Natural de Falcos

Travanca
Atravessada pela EN1 e localizada entre Macinhata da Seixa e Pinheiro da Bemposta, Travanca embeleza a margem esquerda do rio Antuã.

S. Martinho de Travanca aparece citada num documento de 1104, como resultado de uma doação dos filhos de Soeiro Fromarigues, padroeiro do Mosteiro de Grijó, ao mesmo mosteiro.

O nome da terra, Travanca, deriva das características do terreno e também função da maioria dos seus moradores que durante a Idade Média exerceram o trabalho de sentinelas e de controlo de mercadorias das Terras de Santa Maria para o sul e vice-versa.

No século XIII viveu em Travanca uma família que instituiu aqui a honra de Baesteyros (Besteiros), que igualmente possuía propriedades no lugar de Damonde, no qual estavam também incluídos lugares da freguesia vizinha de Palmaz. Esta honra durou até ao século XVI, com o título de Quinta, Aio Foral de Angeja e dos seus anexos.

Os rios e os ribeiros desta freguesia foram coutadas dos Condes da Feira, dos quais era a mesma freguesia, e assim permaneceram até 1700, data da extinção deste condado, passando depois para a Casa do Infantado que durou até 1834.
Travanca dependeu da diocese de Coimbra, foi do julgado de Figueiredo e comarca de Estarreja, quando integrava o Município da Bemposta, passando para o Município de Oliveira de Aezeméis em 1855, aquando da extinção do primeiro.

Património de relevo:
•    Capela do Espírito Santo
•    Capela da Nossa Senhora das Flores
•    Igreja Matriz de Travanca
•    Capela de Damonde
•    Parque do Crasto em Damonde
•    Escolas (EB1 do Outeiro)
•    Edifício da Junta de Freguesia de Travanca

Palmaz
Uma localidade que se destaca sobretudo pela paisagem e pelo que a natureza tem para oferecer.

As terras de Palmaz começaram por ser posse de João Gendes e Dona Ximena Forjaz, casal de grandes posses um pouco por todo o centro do país nos séculos XI e XII.

São destes séculos que resultam os primeiros e mais significativos registos das terrras de Palmaz, desde logo em 1110 na doação com reserva de usufruto que o casal supramencionado fez à Sé de Coimbra, celebração que contou com a presença de D. Henrique e da raínha Dona Teresa.

Inicialmente parte do Município da Bemposta, a "Princesa do Caima" passou para o Município de Oliveira de Azeméis quando o da Bemposta foi extinto.

Património de relevo:
• Capela da Nossa Senhora do Bom Despacho (Mó)
• Capela de São João
• Capela de São Lourenço
• Capela de São Gonçalo
• Capela da Nossa Senhora da Piedade
• Capela da Nossa Senhora da Memória
• Igreja matriz de Palmaz
• Núcleo rural de Vilarinho de S. Luís
• Edifício da Junta de Freguesia de Palmaz
• Margens do Rio Caima (património natural)
• Parque Bento Carqueja, Rio Caima
• Ponte setecentista sobre o Rio Caima
• Antiga Fábrica de Papel do Caima
• Hotel Vale do Rio
• Antiga Escola, agora sede da Comissão de Melhoramentos de Palmaz

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Sede da União das Freguesias:
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